quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Reflexões da Sagrada Escritura: Água que jorra do Templo


31ª Semana do Tempo Comum - Quinta-feira | Dedicação da Basílica do Latrão 
Primeira Leitura (Ez 47,1-2.8-9.12)
Responsório (Sl 45(46),2-3.5-6.8-9 (R. 5))
Evangelho (Jo 2,13-22)

Na primeira leitura ouvimos a visão do profeta Ezequiel a respeito do rio de águas vivas que jorra do Templo. Água viva, água que nutre o solo e faz em seu entorno crescer árvores frondosas e frutuosas. Há toda uma explicação teológica para esta visão, a água é a graça, as árvores os justos que dela se alimentam, o Templo, o próprio Cristo, lembremo-nos que ele mesmo o disse e, ao quando a lança transpassou-lhe o lado, saiu Sangue e Água.

Mas, sem negar um iota das explicações teológicas, pensemos também sobre o ponto de vista sociológico. Sociológico? Sim, do ponto de vista sociológico, desta água que jorra do Templo, da Igreja, da Igreja de Deus, a Santa Igreja Católica, quantos frutos e árvores frondosas, não? No entorno da Igreja nasceram os hospitais, escolas e universidades. Onde é construída, fundada uma Paróquia, podemos ver visivelmente o crescimento da região, um cuidado maior para com os pobres e abandonados, uma nova civilidade e vitalidade.

Um rio de graças jorra do templo, deste rio, uma torrente de graças inunda a terra, manifestando-se hora de forma visível ora invisível, com benefícios para as almas, bem como para a microrregião, a sociedade e os arredores.

Neste dia,em que a Igreja Universal lembra a mãe de todas as Igrejas, a Basílica Latrão, agradecemos a Deus por suas belezas e maravilhas, e não tenhamos vergonha de dizer: Senhor, quão bonita é Tua casa.

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