sexta-feira, 9 de junho de 2017

Mulher Maravilha? É melhor ir ver o filme do Pelé!

O pessoal da direita "triple A" - antipopular, antipatriótica e antitradicional - anda arrancando os cabelos e comendo esterco de colherada desde que algumas militâncias ideológicas e os aparelhos censores de alguns Estados soberanos resolveram boicotar o filme da Mulher Maravilha.

Pelo que pude apurar, uns satanizam o filme porque a atriz protagonista seria uma praticante devota e conservadora de sua religião judaica, o que é escandaloso para libertinos pós-modernos avessos a toda ideia de padrões morais fixos; e outros consideram inapropriado celebrar uma personalidade que militou voluntariamente nas forças do assim chamado Estado de Israel, agressoras habituais de populações árabes e islâmicas dentro e fora das fronteiras ora sob o poder do Governo de Ocupação Sionista da Terra Santa.

Antes de qualquer coisa, eu penso ser louvável não assistir um filme cuja heroína aparentemente é uma mulher seminua e masculinizada cujas precárias vestes são alusivas a símbolos nacionais de outro país, país esse que não é amigo do nosso e nem de nossa Igreja. O problema da moça ser tomada por um novo amuleto pop do sionismo me parece não desimportante, mas secundário para católicos que vivem fora do Oriente Médio.

Quanto aos triple-As lambe-salto que já canonizaram a sua dominatrix israelita, é o caso de que se perguntem: qual a coerência em defender a família tradicional, combater o feminismo e enaltecer uma mulher que é basicamente o elogio público da imoralidade e da subversão do papel social feminino com sua vida que combina concursos de beleza, carreira militar e filmes de mau gosto? Nem se atrevam a compará-la a Santa Joana d'Arc, mulher que a contragosto adentrou na vida militar por obediência ao chamado místico de Deus, e mesmo assim tomando sempre os maiores cuidados para defender ao máximo sua feminilidade e sua pureza virginais.

Por fim, eu parabenizo o grande patriota católico العماد ميشال عون - General Michel Aoun, presidente do Líbano, por ter defendido seus governados de mais um lixo cultural produzido em Hollywood. Aproveito ainda para instar as comunidades maronitas e libanesas em geral para apoiar entusiasticamente a medida do presidente.


#Victor Fernandes

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