segunda-feira, 29 de maio de 2017

O que preciso saber para começar a plantar?


Nossos avôs e ancestrais próximos, logo ao deixarem a vida rural e mudar-se para cidade, trouxeram ao espaço urbano hábitos e costumes de sua pretérita vida rural. Quantos, não cultivavam em um quintal, no fundo da casa, os mais diversos alimentos? Aqui, meu avô tinha uma grande variedade de culturas: manga, banana, limão, acerola, hortelã, entre outras. Infelizmente, tal prática não foi transmitida as gerações futuras, se meu avô fora um verdadeiro fazendeiro urbano, meus pais o máximo que sabiam era alguma coisa sobre flores e jardinagem, e eu, até antes da faculdade, nem isso.

Foi preciso, pois, alguns hippies sujos e um nome empolado para que uma prática tão simples e antiga retornasse aos lares brasileiros. É a agricultura urbana, que por influência do controverso movimento orgânico, tem caído no gosto dos norte-americanos, e ecoando (embora de maneira um tanto incipiente) aqui no Brasil.



Além dos efeitos psicológico-terapêuticos, tal prática tem sido para muitos uma fonte economia (afinal para quê vou comprar algo no mercado, se posso cultivar no meu quintal?), renda (posso vender meus excedentes), diversão, além de proporcionar no longo prazo benefícios a coletividade (podendo o município receber os gêneros alimentícios de suas próprias fronteiras, conseguindo assim o mercado interno produtos frescos a um preço melhor; além de formar nos praticantes uma cultura de “independência do sistema”) e redesenhar a forma de apropriação do espaço urbano.

Gostou da ideia? Que tal começar agora mesmo? Mas, comecemos do jeito certo, sem expectativas exageradas, segue um podcast[1] com o Lucas Pin, expondo alguns conceitos básicos do que você precisa saber antes de começar a plantar, em uma linguagem clara e acessível ao público leigo, bora colocar a mão na massa terra.


[1] O podcast em questão é um dos episódios do programa denominados Sobrecast, de produção do Júlio Lobo do Sobrevivêncialismo, tenho certas ressalvas com relação a este, mas o episódio em questão aqui linkado é bom.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Mentiras que Clamam ao Céu

Por ocasião do Ano Mariano, neste mês também mariano, direcionei meus estudos e leituras com foco nas aparições e mensagens de Fátima. Qual não foi minha surpresa ao deparar-me com a gigantesca conspiração denunciada pelo padre Paul Kramer em “O Derradeiro Combate do Demônio”.

Com abundantes e inegáveis provas, Kramer denuncia valentemente as sórdidas manobras e artimanhas do aparelho de Estado do Vaticano que visam de calar a mensagem de Fátima. A Igreja infiltrada, tomada e subvertida por seus inimigos, instrumentalizada pela Nova Ordem Mundial, a realidade é muito mais complexa atemorizante que qualquer ficção. E a história torna-se ainda mais terrível quando se vê o nome dos personagens envolvidos e tão criminosos ocultamento, entre eles o então Cardeal Joseph Ratzinger

E porque motivo tamanha sanha em calar os sinais do céu? Porque o céu clama contra a “nova orientação” da Igreja adotada a partir do Concílio Vaticano II:


São 377 páginas, com abundantes provas e citações, escritas numa linguagem clara, direta e didática; páginas perturbadoras. E, os acontecimentos recentes do atual pontificado apenas reforçam as preocupações: em Fátima, Francisco deu de ombros a mensagem profética, reinterpretando-a, segundo a Linha do Partido, evitando tocar no assunto do inferno, da consagração da Rússia, do Imaculado Coração, e atacando a visão tradicional do castigo devido aos pecados do mundo.

Deus enviara a Santíssima Virgem a Cova da Iria, em Fátima, para levar uma mensagem de alerta aos homens; os príncipes dos sacerdotes se encarregaram de fazer calar tal apelo do céu, acumulando ainda mais culpas que irão culminar em um castigo terrível. Que Deus tenha piedade de nós.

Porém, mesmo diante de tão terríveis e desesperadores acontecimentos não nos esqueçamos das promessas de Cristo segundo a qual as portas do inferno não prevalecerão, e o aspecto consolador da mensagem da Virgem na Cova da Iria: “Por fim meu Imaculado Coração triunfará”.

Choremos pelo estado catastrófico em que se encontra a Igreja, preparemos nosso coração com oração e penitência para o tempo do castigo (e que há de ser terrível), mas não percamos a confiança, pois por fim o Imaculado Coração triunfará.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Defesa Pessoal e o Mundo da Fantasia


Vivemos em um país extremamente violento e instável. As ruas são no dizer dos poetas: “selva de pedra”, o contraste antagônico entre a selvageria da natureza e a tranquilidade da civilização parece não ter mais sentido; assim como no ambiente natural, em nossas cidades há presas e predadores. Ou, na analogia do Sniper Americano: Lobos, Ovelhas e Cães Pastores.



É óbvio, pois, que nesse cenário o aprendizado de técnicas de defesa pessoal torna-se indispensável. Porém, como assinalei em meu post sobre o sobrevivencialismo, não raro emergem as mais burlescas fantasias, poderia eu aqui alimentar mais algumas delas, sem dúvida receberia um bocado de audiência (rsrs), mas prefiro a verdade, neste sentido trago hoje um vídeo do mestre Marcos Lima com uma visão equilibrada, racional e livre de fantasias a respeito do que é a defesa pessoal.



domingo, 14 de maio de 2017

Resposta a uma Funkeira “Católica”

Por vezes gostaria de escrever apenas sobre assuntos construtivos e edificantes, mas não vivo eu em uma Inglaterra Vitoriana, onde tudo são flores (e nem lá era, uma vez que aquele país padecia e ainda padece na heresia), vivo no Brasil Pós-Moderno, onde foi perdido até o mais básico senso comum.

Diante desta situação sou obrigado, por “caridade intelectual” a escrever sobre essas mazelas. Sem mais delongas, adiante:


Recentemente, um amigo encontrou-se diante de uma destas tragicômicas situações: uma mocinha de sua paróquia, ativa cantora no coral da Igreja, quando fora do Templo Sagrado está a divertir-se se deleitando na cultura vulgar e obscena do Funk. Este meu amigo, diante de tal situação, usou a técnica médica mais indicada: cobrar coerência. Apelando ao senso comum da pobre criatura. Diante do questionamento, respondeu irritada a mocinha:

<O que importa é a Fé da pessoa. Se uma pessoa está dançando Funk, Deus não vai chegar nela e dizer não vai entrar no céu porque tu está dançando Funk, o que importa é o coração da pessoa não o corpo nem o que uma pessoa dança ou deixa de fazer.>

Eis o hamster da racionalização. Ao invés de agir de forma coerente com a doutrina que diz professar, pensando e refletindo primeiro, agindo depois; a mocinha usa de sua faculdade racional para tentar justificar, racionalizar sua imoralidade. Examinemos os argumentos dela e destruamos sua racionalização, pode ser útil a algum turista que caia por aqui via Google, o leitor assíduo deste Bunker já deve sem dúvida estar acostumado a desmascarar sandices como esta.

<O que importa é a Fé da pessoa, o coração, o interior, não as ações> - Eis a raiz do argumento da infeliz, repetindo de modo "favelado" o erro protestante. Temos ai uma católica, funkeira que pensa como protestante, eis tamanha decadência. Ora, ensinam as escrituras que “a boca fala do que está cheio o coração” (Mt.12, 34b), de igual modo o corpo, as ações, as obras, manifestam aquilo que a pessoa crê. Se com o corpo a criatura manifesta obscenidades e vulgaridade, significa que o coração está cheio de obscenidades e vulgaridades. Seu exterior no mais das vezes reflete o seu interior, como ensina Plotino, de modo geral, “o que parece é”.

Assim cara funkeira “católica”, se arrependa, busque a confissão e deixe essa cultura obscena e imoral que é o funk, pois não é possível mergulhar na lama e continuar limpa, de igual modo é impossível frequentar e dançar em “bailes funks” sem pecar. E quem morre obstinado em pecado mortal rejeitando o arrependimento, vai sim para o Inferno senhorita. Por isso rejeite o funk, e o pecado, para o bem de sua alma (e de sua inteligência).

sábado, 13 de maio de 2017

As Aparições de Fátima

A chave de leitura dos últimos 100 anos, e dos próximos que se seguem, encontra-se na Cova da Iria, em Portugal, no segredo revelado aos três pastorinhos de Fátima.

Deus não faz milagres atoa! E quantos milagres se fez em Fátima? Lá Ele manifestou seu domínio sob o universo fazendo o Sol "dançar" frente a mais de 70 mil espectadores; realizou, também, inúmeras curas, conversões e tantas outras maravilhas.

Da mensagem, ao menos o que chegou até nós, emergem as seguintes palavras: Inferno; Castigo; Penitência; Reparação; Imaculado Coração; Paz. Há conteúdo aí para meditar uma vida inteira. Nas palavras do finado professor Orlando: "um segredo contendo um enigma, envolto em mistério". Mas ninguém escuta... É mais fácil, mais "pós-moderno", procurar outras manifestações místicas: o ''reavivamento carismático'' importado dos pentecostais, "Nostradamus'' resgatado do fundo do baú, Medjugorge e tantas outras novidades de última hora. Dispersão, dispersão...

E assim, nós homens de cerviz duríssima, ignoramos o apelo de Nossa Senhora em Fátima. A Consagração da Rússia? Não foi do jeito dela mas, do "nosso". O Imaculado Coração? Tão pouco se escreve, é uma devoção ecumenicamente incorreta. A Comunhão Reparadora? Ah, esse negócio de reparação é tão medieval... O Terço diário? Demora muito...

“Fazei isto e terão paz”. Que tipo de paz? A paz católica, a "tranquilidade da ordem de todas as coisas"; e que ordem há se não aquela em que toda a criação devem submeter-se ao seu Criador; não só os corações, almas e indivíduos, mas também os Estados e nações? Sim, as profecias de Fátima anunciam o fim desse mundo liberal, laico e maçônico! Anunciam a verdadeira ordem, a verdadeira paz, o Reinado Social de Cristo, onde as sociedades e nações estarão moldadas segundo as leis da Igreja.

Ah! Mas queremos a paz do nosso jeito, a paz aliando-se com maçons, a paz sem condenar essa cultura pornográfica liberal, a paz na mentira...

Até quando permaneceremos ignorando os sinais dos céus? Quando vier o dia do castigo anunciado de que lado estaremos? Da Mulher ou do Dragão? Da Igreja ou do Mundo?

Há 100 anos Deus enviou a Santíssima Virgem Maria aos pastorinhos em Fátima. Por intercessão da Virgem milagres foram realizados. A mesma Virgem comunicou aos pastorinhos segredos tenebrosos sobre o futuro do mundo, o castigo pela ingratidão dos homens virá a cavalo, mas, em meio a tal cenário, uma promessa gloriosa: "ao fim meu Imaculado Coração Triunfará"; o coração puríssimo daquela que tanto amou a Deus. E pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria a Rússia se converterá e a humanidade terá um tempo de paz! Paz! Não a paz do mundo, mas a paz de Cristo! O Imaculado Coração de Maria nos conduzirá ao Sagrado Coração de Jesus e teremos a paz.

Antes, porém, virá o castigo...

Oração, Penitência; nos é pedido, é o que podemos fazer, nós leigos. Rezemos! Rezemos o Terço, o Rosário, diariamente! Por nós e pela conversão dos pobres pecadores. O castigo será duro, mas ao fim, haverá paz. 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Faltam Ninjas... Falta tudo!


Recentemente li a curiosa notícia segundo a qual estariam faltando ninjas no Japão. A alta exposição midiática fizera com que a demanda por eles, principalmente para entreter os turistas, aumentasse; em contrapartida os formadores reclamam que os candidatos ao “ofício” eram inaptos, não estando à altura do duro treinamento exigido para o cultivo da arte. É certo que a modernidade moderna afrescalhou a humanidade, tornando-nos fracos e mimados, mas penso que a isso se alia, no caso do Japão, ao problema da "função social" do ninja. Se antes essa elite de guerreiros era usada como arma de guerra, hoje virou palhaço pra turista. Quem estaria disposto a se submeter a anos de duros treinamentos para ganhar a vida fazendo acrobacias a gringos idiotas?

Deixemos, porém, o Japão com os problemas do Japão, e falemos dos nossos. Se lá faltam ninjas, aqui em nossa realidade paroquial brasileira falta tudo (exceto idiotas, isso tem para dar vender e exportar), das funções mais básicas as mais complexas...

Vejam os corais! Pianistas nas catedrais? Isso é coisa do passado. Se der sorte encontra um rapaz com uma violinha (e têm paróquias que nem isso...). 
A catequese? Quantos de nós podem sinceramente dizer que receberam uma boa formação? Ao invés das verdades essenciais da Fé transmitidas por homens e mulheres de reta doutrina com domínio sobre técnicas pedagógicas temos muitas vezes um humanismo xoxo que busca apenas formar ''boas pessoas''.

Poderia prolongar essa postagem infinitamente, falando não apenas das realidades paroquias, mas também do mundo da cultura, onde sequer uma crítica de cinema católica sou capaz de encontrar...

“A messe é grande, e os trabalhadores são poucos” – Realmente. E isso é verdade, sobretudo no Brasil Pós-Moderno onde se a frescurite moderna se alia a preguiça do brasileiro. Talvez, o termo preguiça não seria o mais adequado.Para Sergio Buarque de Holanda o buraco é mais em baaixo, segundo o autor em nossa cultura predomina a crença no talento em antagonismo ao preparo; dessa forma, acreditamos que nascemos prontos, sem precisar nos desenvolver, nos preparar, assim temos a frente de importantes funções homens de boa vontade, mas inaptos e sem a consciência de que precisam se capacitar, a cada dia para melhor servir a Igreja de Cristo. E esse preparo começa pelo básico: o aprendizado da doutrina, o cultivo da virtude, ao domínio das habilidades necessárias ao ofício.

<Doutrina? Não precisamos disso, o importante é o sentimento! Virtudes? É coisa inata, não há o que se fazer! Ofício? Estou fazendo de graça e ainda quer pedir mais?!> E assim, desse modo mesquinho pensa o brasileiro médio, e se espanta da decadência da Igreja e o crescimento da apostasia nesta terra. <É culpa do concílio! Do clero modernista! Do Marxismo Cultural!> É sim. Mas você não tem como solucionar esses problemas gigantes, sem antes cuidar dos pequenos, como o coral de uma paróquia de província, ou a catequese das crianças.

Reze, pergunte ao Senhor onde pode servi-lo, e neste serviço procure ser o melhor. Melhor a cada dia, melhor hoje do que foi ontem, melhor amanhã do que foi hoje, não seja um servo mal e preguiçoso!

terça-feira, 2 de maio de 2017

Hipersensibilidade Pós-Moderna

Aiin meu corasaum!!
Uma das características da pós-modernidade latino americana é sua hipersensibilidade. Junta-se as características melodramáticas deste continente acostumado a educar-se a partir de telenovelas com a rejeição pós-moderna a razão, e pimba! Temos a fórmula para o desastre.

Desastre na religião, desastre nos estudos, desastre nos relacionamentos amorosos.

Um povo emocional tende a cair nas mais tolas superstições, não só as superstições pagãs como espiritismo e a macumba (ou a moderna mania alienígena), mas também as superstições gospel como as inúmeras seitas protestantes em cada esquina, ou o fenômeno RCCista, onde estados de transe hipnóticos são atribuídos como sendo “obra do Espírito” (os parapsicólogos[1] vão a loucura com isso). Ah! Mas o meio dito tradicionalista não escapa deste pensamento mágico emocional, me canso de desmascarar tantas falsas visões a aparições; a mais popular atualmente é uma ficção científica burlesca bem a estilo norte-americano onde temos uma nova descoberta científica predita pelas profecias[2]... É cada lorota que faz o País das Maravilhas de Lewis Carroll parecer plausível.

Quando a religião vira questão de sentimento às portas estão abertas as mais tolas invencionices, não atoa que a Igreja sempre foi bem cautelosa com relação ao reconhecimento de milagres; bem como prepara seus sacerdotes com uma sólida formação filosófica antes de iniciá-los no conhecimento teológico (coisa, aliás, que não fazem os protestantes, daí não é de se surpreender a qualidade intelectual do “pastorado” rsrs).

O desastre extrapola também para o mundo dos estudos científico, onde certa friesa deveria ser pré-requisito. Um intelectual não pode jamais rejeitar hipóteses apenas com base em seus sentimentos, não pode irar-se diante de teses estranhas, mas antes deve ouvir pacientemente e contrapô-las a realidade em busca da verdade. Mas, quão distante isso estará de nossas academias onde o apego sentimental e a busca da aprovação dos pares tem mais valor que a verdade. Experimente por em dúvida os pressupostos evolucionistas e se verá diante do Talibã Laico.

E, por mais surpreendente que possa parecer, a hipersensibilidade gera também um desastre no terreno afetivo, no mundo “do amor”. Ora, se a pessoa guia-se apenas por sentimentos como diz a música: resolvi seguir meu coração; ouvir só a voz dele e não dar mais bola pra razão[3] é inevitável que venham as ilusões e a decepções. Quantas histórias de mocinhas iludidas por cafajestes não rondam a literatura? E as versões masculinas do corno a chorar as mágoas ao garçom? Mas, não importa você mente de verdade eu acredito de mentira[4] cantam nossos jovens; e vivendo na ilusão querem depois se surpreender que o errado não dê certo.

São tantas emoções dirá Roberto Carlos.

Então não é para sentir? É sim, mas é necessário ordenar os sentimentos através da razão fazendo estes servos dela e não o contrário.

Diante de um sentimento forte deve-se perguntar: porque estou sentindo isso? Esse sentimento está coerente com a situação vivida? Minha atitude interior é razoável ou um mero melodrama infantil?

Deu para entender? Sentiu a vibe (rsrs)? 



P.S. Indicações mais detalhadas a respeito do ordenamento das paixões e o controle afetivo pode o leitor encontrar em:
· Curso de Integração Pessoal – Mario Ferreira dos Santos
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[1] A Parapsicologia é uma ciência dedicada ao estudo dos fenômenos paranormais, usada para discernir a verdadeira mística do charlatanismo, foi propagada e popularizada no Brasil principalmente pelo famoso padre Óscar Quevedo.

[2] A suposta profecia seria parte do Terceiro Segredo de Fátima revelado pelo Pe. Malachi Martin a uma de suas filhas espirituais. A historinha fala de uma nova fonte de energia descoberta pelos cientistas que seria a causa de uma guerra mundial com a Rússia. Caso o leitor queira dar umas boas risadas pode encontrar o texto completo aqui.

[3] A Voz do Coração - Marília Mendonça

[4] Acredito de Mentira - Henrique e Juliano