quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Empresa belga resolveu ''chipar'' seus funcionários

O avanço da tecnologia tem ao mesmo tempo despertado grande entusiasmo e justificado temor. A cada novo dia, aquelas velhas "alucinações" das ficções científicas vem se tornando cada vez mais temerosamente próximas.

Leio hoje uma reportagem comentando o episódio de uma empresa belga que resolveu ''chipar'' seus funcionários. Com certo tom otimista, a reportagem tenta dissipar os justos temores com relação a esta tecnologia, pintando-a como uma divertida excentricidade e reforçando tratar-se de uma proposta voluntária, não-obrigatória e que os microchips utilizados não emitem sinais rastreáveis… isso por hoje....

Quanto tempo levará até o uso compulsório de tais microchips? Começando talvez por "chipar" os criminosos: <eles merecem! São monstros, precisam ser controlados e rastreados!>; depois as mães chipando seus filhos: <é por proteção!>; os conjugues chipando-se mutuamente as escondidas <ciúme, normal na vida de casal não há nada de mais!>, até que o chip venha a substituir os cartões de crédito, os documentos de identidade, chegando ao ponto em que: <todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender , senão aqueles que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.>

Maluquice? Teorias da Conspiração? Pode ser, mas prefiro ser prudente e fugir deste tipo de modernice...

Nenhum comentário:

Postar um comentário